Depois de passar alguns dias longe de aparelhos e atividades ligadas a estes nesta já chamada era Pós-Moderna, me pergunto como seria a vida de muitos por aí que pouco olham pra você quando almoçam ou jantam tal a necessidade de ver e-mail, "twitar", estar online, etc. O que seria dos gamers sem energia elétrica? Dos Hackers? De quem só sabe ganhar a vida a partir de softwares de computador? Ou seja, como seria a vida daqueles que são extremamente dependentes de energia elétrica?
Todos, hoje, inseridos de alguma forma na sociedade pós-moderna são em diferentes níveis dependentes da energia elétrica, claro. Uns mais, outros menos.
Tudo isso apenas para colocar um pensamento: a teoria de Darwin da Seleção Natural ainda vale?
Dialeticamente, sim e não.
Principalmente nas grande metrópoles, consequentemente onde há grande concentração de indivíduos, a vida "natural" não existe mais. Logo a seleção natural também não. Por outro lado, podemos dizer que a seleção natural apenas se adaptou aos novos tempos e comportamentos, pois ela tem por base a questão da sobrevivência do indivíduo frente a outros, em uma perspectiva de competição, de vitória, de viver ou morrer. Portanto, dada a competição entre indivíduos em grandes cidades – seja por trabalho, por uma vaga na universidade, no hospital, à frente de empresas em uma concorrência qualquer pelo fechamento de contratos, etc. – a seleção se faz presente, talvez não de uma forma natural, mas de forma clara sim.
Se hoje tenho, algum outro não tem; se hoje sou, algum outro não é; se hoje trabalho, algum outro não trabalha; e assim por diante.
Seguimos, ainda, por vias da Seleção Natural?
Espaço criado para revelação, desenvolvimento, crítica, novidades e tudo que for relacionado ao mundo dos Pensamentos, Linhas e Letras em textos, e outras formas e mídias, dos mais diversos gêneros e assuntos.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Reconectado?
Último post em agosto de 2010. Pode-se dizer então uma reconexão, apesar de em todos os dias estar voluntariamente-obrigatoriamente conectado à grande rede, mas não deixando registros aqui em forma de texto mas sim em forma de 0 e 1, o código binário.
Não me lembro de ter lido na forma composta um advérbio: voluntariamente-obrigatoriamente. Fique o registro.
Comumente no texto de dá na forma: voluntaria e obrigatoriamente.
Mas nem era pra pensar nisso agora, que coisa.
Não me lembro de ter lido na forma composta um advérbio: voluntariamente-obrigatoriamente. Fique o registro.
Comumente no texto de dá na forma: voluntaria e obrigatoriamente.
Mas nem era pra pensar nisso agora, que coisa.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Uma poesia
Sensacional! recebi via e-mail, de autoria desconhecida, pena.
Nossos corpos estão tão unidos, que posso sentir as batidas do seu coração.
Nossa respiração confunde-se com a do outro...
Nossos movimentos são sincronizados, Indo e voltando...
Para frente e para trás...
Às vezes pára,
E então, quando nos cansamos da mesma posição,
Nos esforçamos para mudar, mesmo que seja só por pouco tempo.
O suor de nossos corpos começa a fluir sem que nada possamos fazer...
Um calor enorme parece que nos fará desmaiar...
Uma força ainda maior nos faz ficar ainda mais colados um ao outro,
E quando não aguentamos mais segurar...
Uma voz ecoa em nossos ouvidos: Estação Sé, desembarque pelo lado esquerdo do trem!
Nossos corpos estão tão unidos, que posso sentir as batidas do seu coração.
Nossa respiração confunde-se com a do outro...
Nossos movimentos são sincronizados, Indo e voltando...
Para frente e para trás...
Às vezes pára,
E então, quando nos cansamos da mesma posição,
Nos esforçamos para mudar, mesmo que seja só por pouco tempo.
O suor de nossos corpos começa a fluir sem que nada possamos fazer...
Um calor enorme parece que nos fará desmaiar...
Uma força ainda maior nos faz ficar ainda mais colados um ao outro,
E quando não aguentamos mais segurar...
Uma voz ecoa em nossos ouvidos: Estação Sé, desembarque pelo lado esquerdo do trem!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
São Paulo, vanguarda do Graffiti
Foto: Helder L. TisoO Graffiti, como o Hip-Hop, é um movimento urbano bastante disseminado pela cidade de São Paulo, mas com certeza se pesquisarmos a fundo não será exagero ou loucura afirmar que sua origem se deu lá em tempos das cavernas, em que humanos deixavam suas manifestações artísticas também em forma de desenhos nas paredes, mesmo sem terem o conceito – ou conceitos – de arte como temos hoje, conceitos estes bastante amplos, mas ao mesmo tempo com muitas conversões das respostas ao questionamento do que é ou não é arte.
E então hoje pela avenida Henrique Schaumann, sentido Av. Sumaré, me deparei com um graffiti sensacional; uma verdadeira obra de arte que remete à própria cidade de São Paulo, de meados do século passado, uma verdadeira viagem no tempo, em que a cidade de São Paulo se desenvolvia de forma mais respeitosa e harmonizada com ela mesma. Vale a pena parar em frente e deixar os olhos e mente passearem pela São Paulo de meados do século XX.
Confira mais trabalhos e informações desse grande artista paulistano em: http://eduardokobra.com
terça-feira, 20 de julho de 2010
A zona de conforto
Após um bom período de férias, o retorno aos registros escritos.
Por que a tamanha vontade de permanecer na tal zona de conforto? Aliás, o que seria essa zona de conforto? Vamos lá. Segundo o dicionário Houaiss, temos para conforto: substantivo masculino, ato ou efeito de confortar(-se); 1 estado de quem é ou se sente confortado. Ex.: a oração lhe trouxe c. 2 consolo recebido ou prestado em momento de preocupação, de aflição; consolação. Ex.: agradecemos o c. recebido quando da morte do nosso pai. 3 experiência agradável; sensação de prazer, de plenitude, de bem-estar espiritual. Ex.: o c. de estar em casa ouvindo um quarteto de cordas. 4 bem-estar material, comodidade física satisfeita; aconchego. Ex.: . 5 o que traz ou proporciona conforto. Ex.: os c. da era eletrônica. 6 o que fortalece, revigora. 6.1 Derivação: por metonímia, alimento, comida. 7 remédio que traz alívio. 7.1 Derivação: sentido figurado, qualquer coisa que dá alívio; lenitivo, refrigério, bálsamo.
Isso posto, na forma de uma generalização, temos quatro distinções para conforto: 1. o que permeia o contrário do sofrer psicológico; 2. o que tange à sensação de prazer; 3. aquele que se estabelece de forma material na forma de bens de consumo; 4. o que serve como um tipo de remédio ou cura para aflições preexistente, (ah, esssa nova ortografia...).
Mas há uma outra acepcão que o dicionário ainda não registrou, a qual parece ser a que impera por aí em nossa sociedade: coforto como sinônimo de preguiça, ou medo, ou até estagnação.
Desde que nascemos travamos batalhas, ou melhor, até antes, quando da competição entre tantos outros milhares de espermatozoides, um consegue penetrar o óvulo e dar origem a uma nova vida. Depois ao nascer temos que gritar e procurar desesperadamente pelo combustível primário da vida, o oxigênio, deixando para trás definitivamente o maior ícone de zona de conforto que já se ouviu dizer: o ventre de mãe. Desde então, uma batalha depois da outra se segue no decorrer da vida. Então por que desejar tanto a busca por uma zona de conforto se aquela plena e original nunca mais nos será permitida? Por que tamanha necessidade de se estar na zona de conforto? Será então uma questão genética, pois ela está presente desde nossa origem como ser humano e permanecerá em nosso subconsciente para sempre? Ou uma resposta ao cotidiano violento de tantas tarefas necessárias a se fazer, e cada vez mais em um período de tempo menor; será uma resposta ao cotidiano estressante moderno essa tamanha busca pela zona de conforto?
Seja lá qual for a resposta, há que se lembrar que não estamos por aqui para permanecer na zona de conforto. Não que não tenhamos direito ao bem-estar psicológico, ao prazer, a uma boa cama, sofá ou poltrona, ao remédio e à cura das nossas aflições. Mas por períodos extendidos ou demasiada insistência de permanência ou retorno a ela, a zona de conforto retarda nossa evolução, seja esta psíquica, moral e também física. As batalhas do dia a dia nos dão a oportunidade de crescimento como os exercícios na academia fortalecem nosso corpo. A chave do sucesso: equilibrar as ações com os descansos necessário, usufruir da zona de conforto para a batalha que está por vir.
Por que a tamanha vontade de permanecer na tal zona de conforto? Aliás, o que seria essa zona de conforto? Vamos lá. Segundo o dicionário Houaiss, temos para conforto: substantivo masculino, ato ou efeito de confortar(-se); 1 estado de quem é ou se sente confortado. Ex.: a oração lhe trouxe c. 2 consolo recebido ou prestado em momento de preocupação, de aflição; consolação. Ex.: agradecemos o c. recebido quando da morte do nosso pai. 3 experiência agradável; sensação de prazer, de plenitude, de bem-estar espiritual. Ex.: o c. de estar em casa ouvindo um quarteto de cordas. 4 bem-estar material, comodidade física satisfeita; aconchego. Ex.:
Isso posto, na forma de uma generalização, temos quatro distinções para conforto: 1. o que permeia o contrário do sofrer psicológico; 2. o que tange à sensação de prazer; 3. aquele que se estabelece de forma material na forma de bens de consumo; 4. o que serve como um tipo de remédio ou cura para aflições preexistente, (ah, esssa nova ortografia...).
Mas há uma outra acepcão que o dicionário ainda não registrou, a qual parece ser a que impera por aí em nossa sociedade: coforto como sinônimo de preguiça, ou medo, ou até estagnação.
Desde que nascemos travamos batalhas, ou melhor, até antes, quando da competição entre tantos outros milhares de espermatozoides, um consegue penetrar o óvulo e dar origem a uma nova vida. Depois ao nascer temos que gritar e procurar desesperadamente pelo combustível primário da vida, o oxigênio, deixando para trás definitivamente o maior ícone de zona de conforto que já se ouviu dizer: o ventre de mãe. Desde então, uma batalha depois da outra se segue no decorrer da vida. Então por que desejar tanto a busca por uma zona de conforto se aquela plena e original nunca mais nos será permitida? Por que tamanha necessidade de se estar na zona de conforto? Será então uma questão genética, pois ela está presente desde nossa origem como ser humano e permanecerá em nosso subconsciente para sempre? Ou uma resposta ao cotidiano violento de tantas tarefas necessárias a se fazer, e cada vez mais em um período de tempo menor; será uma resposta ao cotidiano estressante moderno essa tamanha busca pela zona de conforto?
Seja lá qual for a resposta, há que se lembrar que não estamos por aqui para permanecer na zona de conforto. Não que não tenhamos direito ao bem-estar psicológico, ao prazer, a uma boa cama, sofá ou poltrona, ao remédio e à cura das nossas aflições. Mas por períodos extendidos ou demasiada insistência de permanência ou retorno a ela, a zona de conforto retarda nossa evolução, seja esta psíquica, moral e também física. As batalhas do dia a dia nos dão a oportunidade de crescimento como os exercícios na academia fortalecem nosso corpo. A chave do sucesso: equilibrar as ações com os descansos necessário, usufruir da zona de conforto para a batalha que está por vir.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Paixão como remédio?
Hoje li um texto de um psicólogo que contra depressão receita paixão. Diz ele que a grande maioria das suas clientes estranha e repudia tal receituário, mas quando ele explica que paixão não necessariamente é vinculada à outra, outro humano, tudo começa fazer sentido.
A questão toda está então em não se levar uma vida apenas no "vamos levando". Há a necessidade da paixão, de se fazer qualquer coisa com vontade, com dedicação. Isso é viver, ao contrário do conceito de apenas sobreviver.
Tudo bem, quando podemos aplicar isso às coisas, seja lá no cotidiano, no trabalho, numa tarefa ou hobby, é até relativamente fácil, pois apenas depende de nós mesmos para tal. Mas e quando estamos presos a um sentimento, este preso à outra pessoa? Se há correspondência, tudo ótimo, se não, sofrimento e depressão, desilusão. Nada que o tempo não possa ajudar a resolver, ou então uma outra paixão, mas reconheço que neste estado não muito feliz fica mais difícil alguém se interessar, se sentir atraída, por quem anda cabisbaixo, sofrendo, não ligando muito para a própria aparência. E por que se importar, já que o objetivo seria se fazer notar àquela pessoa por quem há de fato uma paixão? Não faz mais sentido se preocupar com a aparência para ir à padaria, ao trabalho, à escola, etc.
Tal psicólogo se esquece que muitas vezes é na dor que preciosos ensinamentos vêm à tona. Então pular este "tempo" é estar preso à estagnação, à involução, à própria manutenção do sofrer.
Lembro-me do meu pai dizendo: "você tem duas opções, ou aprende pelo amor, ou aprende pela dor". Simples?
Resumindo a ópera, bem poucas vezes podemos escolher o caminho, pois quem escolhe é a vida, o destino. Sim, podemos influenciar e tentar, mas tempo e vida parecem não ser grandezas exatas, pelo menos quando falamos de sentimento.
A questão toda está então em não se levar uma vida apenas no "vamos levando". Há a necessidade da paixão, de se fazer qualquer coisa com vontade, com dedicação. Isso é viver, ao contrário do conceito de apenas sobreviver.
Tudo bem, quando podemos aplicar isso às coisas, seja lá no cotidiano, no trabalho, numa tarefa ou hobby, é até relativamente fácil, pois apenas depende de nós mesmos para tal. Mas e quando estamos presos a um sentimento, este preso à outra pessoa? Se há correspondência, tudo ótimo, se não, sofrimento e depressão, desilusão. Nada que o tempo não possa ajudar a resolver, ou então uma outra paixão, mas reconheço que neste estado não muito feliz fica mais difícil alguém se interessar, se sentir atraída, por quem anda cabisbaixo, sofrendo, não ligando muito para a própria aparência. E por que se importar, já que o objetivo seria se fazer notar àquela pessoa por quem há de fato uma paixão? Não faz mais sentido se preocupar com a aparência para ir à padaria, ao trabalho, à escola, etc.
Tal psicólogo se esquece que muitas vezes é na dor que preciosos ensinamentos vêm à tona. Então pular este "tempo" é estar preso à estagnação, à involução, à própria manutenção do sofrer.
Lembro-me do meu pai dizendo: "você tem duas opções, ou aprende pelo amor, ou aprende pela dor". Simples?
Resumindo a ópera, bem poucas vezes podemos escolher o caminho, pois quem escolhe é a vida, o destino. Sim, podemos influenciar e tentar, mas tempo e vida parecem não ser grandezas exatas, pelo menos quando falamos de sentimento.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Contramão
Até que ponto vale a pena manter alguns princípios e manter a crença naquilo em que acreditamos quando quase 100% daquilo tudo que nos cerca vai de encontro ao que pensamos, acreditamos e defendemos?
Em tempos em que se vive em busca incessante de prazer imediato – seja de forma direta ou indireta, psíquica: em que o ego é agraciado e elevado ao orgulho próprio; ou física: em que bebida, droga, sexo, comida, vestuário, entre tantas outras variações, trazem a sensação de bem-estar, ou seja, de prazer, muitas vezes a qualquer preço – quem acredita em outros valores têm muitas dificuldades em lidar com isso tudo, e o confronto parece inevitável, ou o isolamento é solução, quiçá consequência.
Uma sociedade que preza por bem-estar e evolução não pode se agarrar a poucos e simples valores cotidianos, ao que dissemina a televisão, revista e jornal. Há que se refletir, e mesmo que a escolha seja por viver assim, de apenas "pass(e)ar" pelo mundo, sem ao menos refleti-lo, que seja de forma consciente, sabendo que há outras vertentes, outros modos de vida que não o disseminado "american way of life". Não é possível em plenos 2010 existir tantas pessoas que estão no mundo apenas para, com o perdão da sequência chula; nascer, comer, cagar... crescer, procriar, adoecer e morrer, ajudando a apenas diminuir as fontes do planeta, deixando lixo como herança e não contribuir com nada, apenas para com um sistema em que as pessoas acordam, vão como robôs para o trabalho, executam o que há para ser feito, sem ao menos questionar se há uma maneira diferente, quiçá melhor de executar, voltar para casa, ligar a televisão e dormir; aos finais de semana fazer churrascos e ir a festas, beber, se drogar praticar o sexo e continuar assim.
Viver é mais do que isso, não há só que se festejar e sentir prazer, o universo é infinito, a evolução também é, e estamos muito atrasados como raça humana. O indivíduo cada vez mais egocêntrico prolifera, o senso de coletividade cada vez mais esquecido e as universalidades cada vez mais substituídas por valores fracos, falsos, ultrapassados e decadentes.
Em tempos em que se vive em busca incessante de prazer imediato – seja de forma direta ou indireta, psíquica: em que o ego é agraciado e elevado ao orgulho próprio; ou física: em que bebida, droga, sexo, comida, vestuário, entre tantas outras variações, trazem a sensação de bem-estar, ou seja, de prazer, muitas vezes a qualquer preço – quem acredita em outros valores têm muitas dificuldades em lidar com isso tudo, e o confronto parece inevitável, ou o isolamento é solução, quiçá consequência.
Uma sociedade que preza por bem-estar e evolução não pode se agarrar a poucos e simples valores cotidianos, ao que dissemina a televisão, revista e jornal. Há que se refletir, e mesmo que a escolha seja por viver assim, de apenas "pass(e)ar" pelo mundo, sem ao menos refleti-lo, que seja de forma consciente, sabendo que há outras vertentes, outros modos de vida que não o disseminado "american way of life". Não é possível em plenos 2010 existir tantas pessoas que estão no mundo apenas para, com o perdão da sequência chula; nascer, comer, cagar... crescer, procriar, adoecer e morrer, ajudando a apenas diminuir as fontes do planeta, deixando lixo como herança e não contribuir com nada, apenas para com um sistema em que as pessoas acordam, vão como robôs para o trabalho, executam o que há para ser feito, sem ao menos questionar se há uma maneira diferente, quiçá melhor de executar, voltar para casa, ligar a televisão e dormir; aos finais de semana fazer churrascos e ir a festas, beber, se drogar praticar o sexo e continuar assim.
Viver é mais do que isso, não há só que se festejar e sentir prazer, o universo é infinito, a evolução também é, e estamos muito atrasados como raça humana. O indivíduo cada vez mais egocêntrico prolifera, o senso de coletividade cada vez mais esquecido e as universalidades cada vez mais substituídas por valores fracos, falsos, ultrapassados e decadentes.
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